O extremo-sul da Bahia vive uma crise sem precedentes. Produtores rurais estão sendo ameaçados, famílias vivem sob clima de terror e propriedades privadas são invadidas em um cenário que desafia o Estado de Direito e a segurança jurídica. As invasões de terra no extremo-sul da Bahia não são apenas um problema local – são um ataque direto aos princípios constitucionais que garantem o direito à propriedade privada e à paz no campo.
Diante dessa realidade alarmante, a deputada federal Roberta Roma tem se posicionado na linha de frente da luta pela defesa dos produtores rurais e pela restauração da ordem na região. Com uma atuação firme e articulada, ela tem cobrado providências das autoridades competentes e levado a discussão aos mais altos escalões do poder público.
O que está acontecendo no extremo-sul da Bahia
Desde o final de outubro de 2022, o Extremo Sul da Bahia tem sido palco de uma crescente onda de invasões de terra, desencadeando um cenário de violência, terror e insegurança para centenas de produtores rurais e comunidades da região. O problema, que persiste até os dias atuais, tem se intensificado de forma preocupante em 2025.
Nas regiões de Prado e Itamaraju, há relatos de invasões de terra que estão gerando violência, medo e incerteza entre os proprietários rurais. A situação se tornou tão grave que “os produtores, suas famílias e a população do Extremo Sul da Bahia clamam por atenção”, conforme destacou o presidente da Associação do Agronegócio do Extremo Sul da Bahia (Agronex).
O cenário se agrava ainda mais com denúncias sobre a atuação do crime organizado em invasões de terras no Extremo Sul da Bahia, evidenciando que não se trata apenas de conflitos fundiários isolados, mas de uma estrutura criminosa organizada que ameaça a estabilidade de toda a região.
Impactos das invasões de terra na vida de produtores e trabalhadores
As consequências das invasões de terra no extremo-sul da Bahia vão muito além da perda de propriedades. Estamos falando de um impacto devastador que atinge milhares de famílias e compromete toda a cadeia produtiva da região.
Os produtores rurais, muitos deles pequenos e médios agricultores que dedicaram suas vidas ao desenvolvimento do campo, hoje vivem sob constante ameaça. O medo se instalou nas comunidades rurais, onde famílias inteiras têm sua rotina alterada pela insegurança. Trabalhadores rurais também são afetados, perdendo seus empregos quando propriedades são invadidas e a produção é interrompida.
Do ponto de vista econômico, as invasões representam prejuízos milionários não apenas para os proprietários diretos, mas para toda a economia regional. O agronegócio baiano, setor fundamental para a geração de empregos e renda no estado, vê sua capacidade produtiva ameaçada por essa escalada de violência e insegurança jurídica.
A situação é ainda mais preocupante quando consideramos que essas invasões desestimulam novos investimentos na região, criando um ciclo vicioso de retrocesso econômico e social que pode ter efeitos duradouros para toda a Bahia.
Cronologia das ações da deputada Roberta Roma
A deputada Roberta Roma não tem medido esforços para combater as invasões de terra no extremo-sul da Bahia. Sua atuação pode ser acompanhada através de uma série de ações concretas e articuladas:
18 de março de 2025: A deputada solicitou à sua assessoria o envio de um pedido de audiência ao Ministro da Justiça, para cobrar ações urgentes para tratar das graves invasões de terras na Bahia. O protocolo formal foi enviado ao e-mail institucional do ministério, marcando o início de uma estratégia de mobilização em nível federal.
25 de março de 2025: Roberta Roma esteve no Ministério Público da Bahia, onde entregou um requerimento formal solicitando uma ação mais ostensiva e eficaz contra o crime organizado responsável pelas invasões. Esta ação demonstra seu compromisso em acionar todos os órgãos competentes para combater a criminalidade no campo.
28 de maio de 2025: A deputada participou de audiência na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, ao lado do presidente do Sistema Faeb/Senar e do deputado federal Evair de Melo. A audiência realizada contou com a presença de 66 parlamentares, incluindo quatro baianos: Charles Fernandes (PSD), Josias Gomes (PT), Leo Prates (PDT) e Roberta Roma (PL). (vamos retirar esse trecho, até porque tem políticos de partidos que fazer oposição ao PL)
Final de maio de 2025: Em reuniões da Frente Parlamentar da Agricultura, integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária, a deputada Roberta Roma (PL) está denunciando ao colegiado da Câmara Federal, em Brasília, as criminosas invasões de terra que vem acontecendo no Extremo Sul da Bahia.
Membro da mesa-diretora da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), Roberta Roma está trabalhando para unir entidades e lideranças em busca de soluções para o problema das invasões.
O que precisa ser feito: cobranças às autoridades
A atuação da deputada Roberta Roma vai além das denúncias – ela apresenta propostas concretas e cobra ações efetivas das autoridades competentes. Suas principais demandas incluem:
Ao Ministério da Justiça: Intervenção federal para garantir o cumprimento da lei e a proteção dos direitos constitucionais dos proprietários rurais. É fundamental que o governo federal reconheça a gravidade da situação e disponibilize recursos adequados para o combate ao crime organizado na região.
Ao Ministério Público: Ação mais rigorosa contra os grupos criminosos responsáveis pelas invasões, com investigações profundas que identifiquem e punam todos os envolvidos nessa rede de criminalidade que aterroriza o campo baiano.
Às forças de segurança: Reforço do policiamento na região e operações especializadas para desarticular as organizações criminosas. A Polícia Civil deflagrou em maio/25 a Operação Pacificar, integrada também pela Polícia Militar, mas é necessário que essas ações sejam intensificadas e contínuas.
Ao Congresso Nacional: Aprovação de medidas legislativas que fortaleçam a proteção da propriedade privada e endureçam as penas para crimes relacionados a invasões de terra.
A deputada tem se mostrado incansável em sua luta, articulando com diferentes esferas do poder público e mobilizando a bancada baiana para que o problema seja tratado com a urgência que merece.
Defesa intransigente da propriedade privada e da paz no campo
A posição da deputada Roberta Roma é cristalina e alinhada com os princípios constitucionais fundamentais. Como ela própria declarou: “A paz no campo, a segurança jurídica e o direito constitucional à proteção da propriedade privada são absolutamente inegociáveis. O agro é uma bandeira forte que defendemos, um setor próspero para a economia do Brasil. Estamos unidos pela Bahia, que não é um palco de barbáries.”
Esta declaração resume não apenas o posicionamento da parlamentar, mas também o que deve ser a base de qualquer política pública para o setor rural: o respeito à lei, a proteção dos direitos constitucionais e a valorização do agronegócio como motor do desenvolvimento econômico.
A deputada compreende que o agronegócio não é apenas um setor econômico, mas um pilar fundamental para o desenvolvimento da Bahia e do Brasil. Por isso, sua luta contra as invasões de terra no extremo-sul da Bahia é também uma luta pela preservação de um modelo de desenvolvimento que gera empregos, produz alimentos e contribui significativamente para o PIB nacional.

As invasões de terra no extremo-sul da Bahia representam um desafio que exige resposta imediata e articulada de todas as esferas do poder público. A deputada Roberta Roma tem demonstrado que não medirá esforços para defender os direitos dos produtores rurais e garantir que a lei seja cumprida. Sua atuação firme e articulada é um exemplo de como o parlamento deve funcionar: próximo aos problemas reais da população e disposto a buscar soluções concretas.
O momento exige união de todos os setores comprometidos com a democracia, o Estado de Direito e o desenvolvimento econômico sustentável. As invasões de terra no extremo-sul da Bahia não podem ser toleradas, e a sociedade baiana pode contar com a determinação da deputada Roberta Roma para continuar lutando pela paz no campo e pela justiça social.